O empresário Bruno Mazurek, fundador e CEO da rede Creme Mania Sorvetes, tornou pública sua versão após ser acusado por um empresário de Confresa (MT) de invasão, furto de energia e ameaças. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Bruno negou todas as acusações e detalhou o que, segundo ele, de fato ocorreu.
Bruno afirma que firmou um contrato de três anos para instalar um quiosque da marca em um posto de combustíveis da cidade. Ele relata que construiu a calçada, pagou os aluguéis e cumpriu todas as obrigações previstas, enquanto o proprietário do posto teria se comprometido a providenciar a ligação de água e energia — o que, segundo ele, jamais ocorreu.
Ao levar o quiosque ao local, Bruno diz que foi informado pelos funcionários do posto que o espaço teria sido alugado para outra pessoa. Ele afirma ter tentado contato com o proprietário diversas vezes, até receber a informação de que o ponto havia sido repassado devido a propostas financeiras mais vantajosas. Segundo Bruno, o empresário exigiu R$ 5 mil para que ele permanecesse no local.
Bruno reconhece que houve troca de xingamentos durante a discussão, mas nega ter feito ameaça de morte. Ele afirma ter “prometido dar uma surra”, mas diz que isso ocorreu no calor do momento e contesta que a situação configure ameaça grave.
O empresário também afirma que, mesmo com os aluguéis pagos, não tinha como montar a loja sem água e luz, e que o contrato firmado dava a ele o direito de permanecer no local. Ele diz que a denúncia de invasão e furto de energia não procede e que a própria polícia teria constatado a inexistência de irregularidades no uso de energia.
Outra reclamação feita por Bruno diz respeito ao embargo do quiosque pela prefeitura de Confresa. Ele afirma que o proprietário do posto teria pedido a intervenção e que um fiscal municipal embargou a instalação alegando falta de licença. Segundo Bruno, o quiosque possui apenas 15 m², e a legislação municipal — conforme destaca — dispensa responsabilidade técnica para estruturas inferiores a 70 m². Ele questiona a atuação da fiscalização ao afirmar que “a lei é clara” e que o quiosque não se enquadra como construção.
Bruno finaliza cobrando explicações da prefeitura: “Funcionário da prefeitura não precisa cumprir a lei?”
Bruno também enfatiza que possui tudo documentado e que tomará todas as providências cabíveis perante a Justiça para garantir seus direitos e esclarecer os fatos.

